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Um pouco sobre a minha trajetória na vida e nos negócios…

Você se deu o trabalho de clicar em algo e chegar até aqui, então deixa eu te falar uma coisa muito importante…

Eu não sou um centro de auto-ajuda, um guru, um contador de histórias ou até mesmo a salvação de todos os problemas do planeta.

Sou apenas um cara que teve a oportunidade de vivenciar coisas fantásticas, muitas delas ainda inconsciente, mas que de alguma forma soube entender os avisos e as oportunidades que a vida me deu até aqui nos meus 39 anos.

Apenas isso! Então tudo o que escrevo por aqui são vivências que tive e em algum momento achei pertinente compartilhar com você que chegou até aqui em busca de alguma história que te inspire a mudar ou buscando ainda algo que não …

Desejo de coração que esses artigos sejam úteis de alguma forma para você, tudo bem? 🙂

 

Minha história começa aqui

Fui escolhido para fazer parte de uma família de classe C-D na periferia de São Bernardo do Campo, tudo bem que já não é tão periferia assim, mas lá em 1.980 era com certeza.

Sou o filho mais velho de 3 irmãos,  além de mim é claro, ainda tenho o Rogério e o Leonardo.

Meu pai, José Roberto, é um dos 11 filhos de uma família de origem italiana  sendo 4 mulheres e 7 homens. Meu pai sempre foi um cara batalhador que usando as ferramentas que tinha a disposição e as oportunidades que foram aparecendo na vida, conseguiu garantir o sustento da nossa família assim como qualquer família tradicional brasileira não nos faltou nada e nunca passamos necessidades que tenham me marcado para contar aqui.

Tirando o meu tênis de basquete que pedi no meu aniversário e quando abri a caixa era um Le Cheval, lembra desse? Era da sua época? (rs)

Minha mãe, Norma, é a filha mais velha de uma família de origem do interior de São Paulo de 7 filhos,  sendo 3 mulheres e 4 homens. Ela é uma pessoa maravilhosa que me ensinou com sua sabedoria de vida os pontos chave para aproveitar o melhor da vida, mesmo sem saber que alí ao seu lado estava um fiel seguidor.

Mas minha mãe tem um capítulo à parte nessa história, pois mesmo muito nova, nova mesmo, com apenas 14 anos de idade teve que cuidar da sua mãe doente e dos seus outros 6 irmãos por uma determinação do destino.

Enfim, ela tem história pra contar e motivar muita gente por aí.

Eu acredito em Deus, mas não posso dizer que sou católico, mesmo porque não tenho primeira comunhão, crisma ou qualquer outro “título” que determine, segundo as regras da igreja católica, que eu sou católico de acordo com as regras da igreja.

Enfim, eu acredito em Deus e quando busco me conectar com ele, eu vou à igreja católica  se é que é preciso um local ideal para isso.

Voltando para a nossa conversa, eu quero focar na minha trajetória profissional, por isso quero falar um pouco sobre a minha formação e minha caminhada até esse momento que decidi colocar minhas ideias e pensamento aqui.

É claro que ainda existem algumas passagens da minha vida que eu chamo de pré-profissionais que vou contar em outras oportunidades.

 

Mas o que quero realmente compartilhar é essa parte que eu chamo de “onde tudo começou”.

 

Eu segui o “caminho natural das coisas”, como diz o Flávio Augusto “segui a boiada” e tive uma formação acadêmica em administração de empresas, depois fiz pós-graduação em marketing de serviços e por último um MBA em gestão estratégica de marketing pela Fundação Getúlio Vargas.

Você deve ter se perguntado: “É realmente necessário ter uma formação tradicional para seguir um caminho de realizações e sucesso na vida pessoal e profissional?”

A minha resposta é depende!

Depende o que você realmente quer no momento exato onde você se faz essa pergunta.

Digo isso, porque no meu caso eu precisei sim de uma formação tradicional para conseguir um estágio numa grande empresa que naquele momento era o meu objetivo e caminho visível.

Ou você acha que é possível entrar em um programa de estágio de uma grande empresa sem qualquer formação? Pensa aí…

Eu sempre “mentalizei, desejei, aspirei”, entenda isso como achar melhor mas eu sempre desejei uma oportunidade numa grande empresa, pois antes mesmo de me tornar universitário eu visualizava algo dessa forma, imagine comigo:

Estar dentro de um elevador moderno cheio de espelhos e depois de alguns rápidos segundos  sinto ele parar e ao abrir a porta visualizo um local amplo, sem paredes onde a visão era completa de todas aquelas mesas com seus computadores e pessoas de gravata trabalhando eu ouvia aquele barulho das pessoas conversando, mas não era possível identificar uma só conversa por completo como que quisesse bisbilhotar os assuntos alheios. E entre tantas pessoas trabalhando você enxerga bem lá na frente, muito próximo ao grande vidro da janela, a sua mesa, com um notebook aberto, alguns papéis sobre a mesa e nota naquele momento que a realização daquilo que você conhece como “dejavu” é na realidade algo que você sempre desejou com o coração e que nesse momento algo estava se realizando.

É, essa história é exatamente a descrição do meu primeiro dia nessa multinacional alemã, a Siemens, a quem dedico grande parte da minha verdadeira formação profissional.

Sim, considero que tive uma carreira de sucesso como CLT,  pois comecei como estagiário na área de pós-vendas e deixei o mundo corporativo das grandes corporações em 2013  como executivo, aos 34 anos em uma multinacional americana, a Ingersoll Rand.

Depois é claro de outros 9 anos de Siemens, 1 ano de Net Telecom e 3 anos de Lojas Renner. Foram longos 16 anos de aprendizado corporativo.

Ufa, foi uma caminhada até aqui, mas ainda tem mais.

 

Ainda em meados de 2011, meu irmão mais novo, Leonardo deixou a vida corporativa na Sadia e decidiu empreender com uma empresa de coleta de óleo.

Visto tamanha oportunidade dentro desse mercado, resolvi empreender junto com ele, mas sendo o sócio administrador e financeiro, trabalhando a noite na estruturação do negócio, planilhas, processos e tudo mais que fosse fora da rotina de trabalho na rua.

Essa é realmente uma parte importante na caminhada do empreendedorismo que quero contar em detalhes mais a frente em um próximo artigo. Espero que tenha estômago forte!

 

A Startup de tecnologia feita com tapume de obra

 

Em 2013 no meio da febre das startups aqui no Brasil, fui convidado para fazer parte de um projeto que teve muito sucesso 4 anos depois, a Trade Force, que mais tarde foi vendida em 2017 por alguns milhões de reais.

Não pense que fiquei milionário e agora estou aqui escrevendo porque não tenho o que fazer, tá bom.

Essa realmente foi a minha grande experiência como empreendedor, foi fantástico fazer uma empresa sair de um faturamento de poucos “mil reais” para um faturamento na casa dos milhões em pouco mais de 4 anos.

Peço desculpas, mas infelizmente por razões jurídicas não posso falar sobre valores de venda e tão pouco falar sobre faturamento. Mas pesquisa aí na internet que você vai encontrar alguns materiais relacionados.

Ainda em 2017, mesmo antes da venda da empresa, eu já havia me colocado o desafio de começar algo novo novamente, não tão novo assim, pois a Leelah já está à caminho dos seus 10 anos de CNPJ sob a gestão da minha esposa Alessandra, com um outro foco, mas já era uma empresa o qual compartilhamos as dores e alegrias.

Mesmo sem saber que lá na frente nós seríamos sócios, em meados dos anos 2.000 eu e minha namorada à época, tivemos a ideia de montar uma empresa, a IdeAle. Essa empresa era tinha objetivo de vender logos, cartões de visita e sites, mas ela não chegou a existir, porém o nome ficou em nossas mentes desde então.

Se você ficou curioso(a) para saber o que queria dizer “IdeAle” aqui vai:

Seria “i” de Ideia, “De” de Denis e “Ale” de Alessandra… isso aí, simples e criativo como a mente de dois jovens poderiam conceber naquele momento.

Mas voltando para a nossa empresa “real” a Leelah Consultoria de Marketing, ela foi se transformando, de MEI (micro empreendedor individual), para ME (micro empresa) e hoje é uma empresa LTDA e de muito sucesso se me permite dizer!

Tudo isso pelo simples fato de ao longo do tempo a empresa foi crescendo e fomos sentido a necessidade de estruturar o negócio e a empresa.

Preste bem atenção nessa frase: estruturar o negócio

Aqui eu quero te mandar uma real muito muito importante e que se você quer ser um empreendedor de verdade você precisa absorver essa regra agora!

“Nenhum negócio se mantém de pé sem organização e controle.”

Para agora, pense e repense, o que é organização para você?

Se por acaso for aquela organização que você tem na sua mesa, no seu computador, na sua rotina, na sua agenda onde você sabe exatamente onde tudo está, você está bem, continue nessa linha e busque conhecimento sobre organização do tempo, produtividade e qualidade de vida para você continuar evoluindo.

Tenho algumas boas indicações de livro nesse link AQUI

Agora, se você é aquela pessoa que perde compromissos, chega atrasado em todas as reuniões, não sabe onde está a chave do carro, perde os cartões de reunião, vive numa bagunça sem fim na sua mesa e ainda tem a habilidade de bagunçar a vida de outras pessoas, sinceramente, você tem poucas chances de ser um bom empreendedor.

Mas existe uma chance de você dar certo se conseguir uma boa alma ao seu lado para cuidar das suas coisas e manter a casa em ordem. Sim essa pessoa existe, só precisa buscar até encontrar, não é o meu caso, ok.

Quero deixar muito claro uma coisa nesse ponto…

Você empreende não só por você, você empreende porque quer fazer algo diferente por você primeiro, depois pela sua família e por fim pelas família que você vai ajudar a sustentar.

Percebe como você deve ser responsável? Avalie o quão responsável você é e cuide do seu negócio com responsabilidade, amor e objetivos.

Gostaria muito de contar com a sua presença ativa nesse site e sempre ouvir suas opiniões em meus artigos.

É isso…